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Normas



Para contribuir com a escolha ideal do EPI, a Kalipso apresenta as principais normas de ensaios e suas mudanças, que descrevem os métodos de avaliações referentes aos riscos e o quanto essas mudanças interferem nas atividades. A nossa qualidade, além de ser a sua segurança, passa a ser também o seu conhecimento e a sua proteção.


ANSI Z.87.1 – DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO OCULAR E FACIAL INDIVIDUAL

Esta norma estabelece critérios relacionados aos requisitos gerais, ensaio, marcação permanente, seleção, cuidado e uso de protetores para minimizar a ocorrência e seriedade ou prevenção de ferimentos contra exposição a perigos como impacto, radiação não ionizante e respingo de líquidos em ambientes ocupacionais e educacionais, incluindo, mas não se limitando a, operações de maquinário, soldagem e corte de material, manuseio de produtos químicos e operações de montagem.

A publicação da Portaria SIT n.º 585, de 04 de janeiro de 2017, vem alterar a versão da norma técnica de ensaio aplicável aos equipamentos tipo óculos de segurança, protetor facial e máscara de solda para ANSI Z.87.1/2015. Assim, todos os óculos que passarem por processo de renovação de C.A. deverão contemplar os ensaios nessa nova versão. Nota: Os equipamentos certificados antes da publicação da Portaria n.º 585 e com relatórios de ensaio emitidos em consonância com a ANSI Z.87.1/2003, podem continuar sendo comercializados normalmente, até o prazo de validade previamente estabelecido. A recertificação será obrigatória, já em consonância com a ANSI Z.87.1/2015, por ocasião de futura renovação do CA.


ABNT NBR 16076 – MÉTODO B – PROTETORES AUDITIVOS – MEDIÇÃO DE ATENUAÇÃO DE RUÍDO COM MÉTODOS DE ORELHA REAL

Esta norma especifica métodos de ensaios psicofísicos com pessoas para medir, analisar e reportar a atenuação sonora de protetores auditivos. Aplica-se aos protetores auditivos que operam de maneira linear, como os protetores passivos comumente disponíveis, e aos protetores auditivos que incorporam dispositivos eletrônicos, quando estes estão desligados.


EN 420 – REQUISITOS GERAIS E MÉTODOS DE ENSAIO

Esta norma define os requisitos gerais e procedimentos de ensaios relevantes para a construção e modelagem das luvas, resistência dos materiais da luva a penetração de água, inocuidade, conforto e eficiência, marcação e informação fornecida pelo fabricante aplicável a todas as luvas de proteção.
Esta norma não está endereçada a propriedades de proteção de luvas e não deve ser usada sozinha, mas somente em combinação com normas de ensaio específicas apropriadas.

EN 388 – RISCOS MECÂNICOS

Norma destinada a todas as luvas de proteção no que se refere aos riscos mecânicos:

(NORMAS) EN 388 2003 – RISCOS MECÂNICOS(NORMAS) EN 388 2016 – RISCOS MECÂNICOS

EN 407:2004 – RISCOS TÉRMICOS (CALOR E CHAMAS)

Esta norma especifica requisitos básicos de segurança para ensaios em luvas com proteção contra os riscos térmicos envolvendo calor e chamas.

NORMA EN 407:2004 – RISCOS TÉRMICOS (CALOR E CHAMAS)

MT 11 – RISCOS QUÍMICOS

Destina-se a todas as classes de luvas de proteção no que se refere aos riscos químicos.

MT 11 – RISCOS QUÍMICOS MT 11 1997 - PROTEÇÃO QUÍMICA

EN 374:2003 – RISCOS QUÍMICOS

Destina-se a todas as classes de luvas de proteção no que se refere aos riscos químicos.
ISO 374:2003- RISCOS QUÍMICOS(NORMAS) ISO 374:2003- RISCOS QUÍMICOS - BAIXA PROTEÇÃO

 

ISO 374:2016 – RISCOS QUÍMICOS

Esta versão da norma determina que, de acordo com seu desempenho de permeação, as luvas de proteção contra produtos químicos são classificadas em três tipos: tipo A, tipo B ou tipo C. Veja abaixo a classificação:

(NORMAS) ISO 374:2016 - RISCOS QUÍMICOS - TIPO A  (NORMAS) ISO 374:2016 - RISCOS QUÍMICOS - TIPO B  ISO 374:2016 - RISCOS QUÍMICOS - TIPO C

TABELA DE PRODUTOS QUÍMICOS DE ENSAIO DE ACORDO COM A EN ISO 374

(NORMAS) TABELA DE PRODUTOS QUÍMICOS DE ENSAIO DE ACORDO COM EN ISO 374

Fontes consultadas: ANSI Z.87.1 / ANSI.S.12.6 / EN 420 – requisitos gerais (EN 388, EN 407, EN ISO 374) / MT 11 / Normas regulamentadoras.

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